Videolaparoscopia

 
 

Videolaparoscopia: ato diagnóstico e/ou cirúrgico de caráter hospitalar, com o objetivo de elucidar possíveis enfermidades utilizando os mais avançados métodos, não expondo o paciente a cortes ou punções. Além de realizar o diagnóstico, através da Vídeolaparoscopia se realiza o tratamento evitando assim as grandes incisões, já que comumente são feitas 03(três) incisões de 05 a 10 mm cada uma para introdução dos aparelhos especiais. Pela maior incisão é introduzida uma óptica acoplada a uma microcâmera que transmite as imagens internas para um monitor de vídeo onde estas são gravadas de diversas formas. Com este método é possível realizar todas as cirurgias que se fazem de forma convencional, como por exemplo: histerectomia (retirada do útero); miomectomia uterina (retirada de mioma ou fibromas ou caroços do útero); exérese de cisto ou tumor ovariano (retirada de cisto ou tumor de ovário); laqueadura tubária (operação nas trompas para não criar); reversão de laqueadura tubária (fazer voltar a fertilidade de pacientes que tem as trompas ligadas); procedimentos em reprodução assistida (introdução de gametas nas tropas para engravidar) e principalmente diagnóstico e tratamento de dor pélvica, abdominal, endometriose e aderências.

 

A Fêmina Hospital e Maternidade possui uma equipe pioneira no estado de Goiás na realização de procedimento via videolaparoscopia e histeroscopia. Em determinados procedimentos esta equipe também é pioneira no Brasil e Mundo, com trabalhos Científicos  apresentados  em cursos, congressos e publicação em revista medica representativa da ginecologia brasileira.

Mesmo não sendo um hospital publico, a Fêmina Hospital e Maternidade detêm uma das maiores casuísticas nacionais em videocirurgia ginecológica, com um dos integrantes de sua equipe já tendo experiência em laparoscopia desde o ano de 1979.

A equipe da Fêmina começou a ministrar cursos de aperfeiçoamento para médicos especialistas em Ginecologia a partir de 1993. Atualmente estes cursos estão restritos para estágios de 03(três) meses a 01(um) ano, com vagas limitadas para a melhor formação de ginecologista nesta pujante área da medicina.

A videohisteroscopia começou a ser realizada na Fêmina em 1989 sendo a mesma somente diagnóstica. Para fins diagnósticos, o procedimento é realizado de forma ambulatorial, tendo como objetivo a visualização direta da cavidade uterina através da introdução de equipamento

semelhante ao laparoscópio pelo colouterino via vagina, visualizando aquilo que o exame de ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética apresentou como hipótese.

A partir de 1991 com instrumental mais adequado para vídeocirurgia, foi incrementado este procedimento cirúrgico. A histeroscopia esclarece e ainda por meio dela pode-se obter uma biopsia com maior precisão. Uma vez estabelecido o diagnóstico por meio deste método pode-se evitar uma cirurgia de grande porte como por exemplo a laparotomia (corte de parede abdominal) ou histerectomia por causa de um mioma que pode ser extirpado por este método sem a necessidade de uma grande cirurgia

 

 

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